Você precisava de algo que te prendesse aqui. E eu dei isso a você.
Dei com tanta força que me prendi também, como o tiro que saiu pela culatra para atingir o bandido. Me prendi a você mocinho de filme.
Mocinho sim, você é tão doce que merece o “inho” depois de qualquer adjetivo para retratar doçura.
Mocinho daqueles que abre a porta do carro, que manda flores quando você tira a carteira de motorista e vai te buscar no hospital quando você bate o carro no muro.
Você não, EU. Tenho que exercitar o EU. O eu que EU me escondi por trás de você. Que em fez até confundir, eu sou eu e você é você, certo?!
Será que você precisava de algo pra lhe prender eu era eu?!
Preciso achar a minha identidade de novo. Não sendo eu nunca poderei chamá-lo de meu.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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